domingo, 15 de julho de 2012

O cigarro

Desde, pelo menos, dez mil anos antes de Cristo, índios da América Central ja utilizavam o tabaco em forma de cigarros em rituais religiosos. Já em nosso país, relatos mais antigos apontam que em 1556, o capelão da primeira expediçao francesa ao nosso pais observou esta pratica entre os tupinambás.

O cigarro começou a ser fabricado a partir de 1840 e, 40 anos depois, foi criada uma máquina capaz de enrrolar um grande numero de cigarros por minuto, propiciando a sua popularização. Apesar de visível, o fato que esse provoca dependência e seu uso pode se desencadear em uma gama de doenças foi reconhecido somente no século XX. Atualmente, são aproximadamente 1,2 bilhão de fumantes em todo o mundo, sendo que 38 milhões vivem no Brasil.



Mais viciante que drogas como álcool, cocaína, craque e morfina, a nicotina atinge o cérebro até em 20 segundos, tempo bem mais curto que o principio ativo de qualquer outra destas drogas. Assim, a possibilidade de um indivíduo se tornar dependente da nicotina é muito alta, com a crise de abstinência que incomoda e que, geralmente, se inicia minutos depois do último trago, sendo a grande responsável pela dificuldade de um fumante em interromper o uso do cigarro. Esta situação é tão seria e tão triste que, não raro, vemos pacientes fumantes, em estágio terminal, implorando desesperadamente por mais um trago.


fim





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